vejam.
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
Olhando-me assim...
Eu sou a alma viva entre esses
que ocupam o mundo. No entanto, sou de quem se espera menos.
Sou a louca, “dissimulada”,
amante perturbada,
entre outros universos de
palavras.
Cresci em meio ao amor para
virar um pouco de dor, esse é o meu âmago! A verdade é essa. A verdade é que
por dentro sou a esquisita que não se atreve a ser menos que perdida. Perdida
na vida. Julgo-me,
entretanto, mais que os pequenos hipócritas da rude descrição do mundo. Sou,
portanto, a verdade.
Ou, pelo menos,
verdadeira
em mim,
em ser.
Canso-me dos versos por hora,
porque em outrora sou a aurora do corpo dançante. Sou feita de fauna. Sou feita
de flora. O pequeno passo para a direita é a tragédia da esquerda e eu... Eu sou à esquerda. Eu sou a esquerda! Sou toda
esquerda... Sou o branco em meio ao preto com pontos castanhos no meio. E estou
virada para mim, olhando pelo ombro esquerdo enquanto escrevo uma carta com a
mão esquerda. Porque mesmo minha direita é torta pro lado “errado”... Ou lado errante.
Filha.
De.
Deus?
Eis que me perco novamente entre
as linhas da minha própria história psicológica e mal contada. Emocional P U R
O. Errante. Decaio em mim.
Meus colegas são colegas... Amizade se faz em prantos e amor se faz em sexo.
Eu, virgem.
Virgem aos dezessete e bêbada
desde que nasci.
Eu.
Eu.
Dramática dos remédios para
depressão (pós-traumáticos) que nunca tomei. Coisas que nunca contei!
Molestada, estuprada, escancarada. Pela vida. Virgem de amor. Todo o resto
normal, construído em paredes de vidro refletido. Ninguém mais sabe de nada e
meu sorriso é puro em alguma pouca mentirinha. Ou talvez seja tudo invenção.
E o agora vai acabando.
Ninguém demasiadamente importante veio-me que não possa ser deixado de lado. POUCO
TEMPO. Ninguém sabe. Eu sei só disso.
E agora? O que será a partir
do nada que é o agora?
Antes...
Doeu.
Mas sou eu.
E o futuro vem puro.
domingo, 18 de agosto de 2013
Wanderlust II
quero carregar Paris
nos meus olhos de amante
nos meu lábios de fumante
na fuga dos meus dias distantes
levar Paris nas mãos de filmes
de taças
de tralhas
e em sonhos,
acampar no Louvre
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